Atividades de Extensão

A Faculdade de Ciências Jurídicas de Santa Maria desenvolve atividades de extensão visando promover a sua articulação com a sociedade, transferindo para esta os conhecimentos desenvolvidos com as atividades de ensino e iniciação científica; e captando as demandas sociais para orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos.

Em conformidade com o Plano Nacional de Extensão Acadêmica, a Política de Extensão da Faculdade de Ciências Jurídicas de Santa Maria adotará as consequentes diretrizes:

  1. Interdisciplinaridade: tal ideia é propulsora da prática, e a provocação será implementar esta diretriz em atividades concretas, com resultados positivos aos estudantes e comunidade. A Extensão, entendida nesse contexto, possibilitará trocas entre áreas caracterizadas do conhecimento, revertendo a tendência de compartimentar o conhecimento.
  2. Impacto na formação do estudante: uma diretriz transformadora na realidade das atividades de Extensão, pois ampliará o universo de referência do estudante e possibilitarão ao futuro profissional utilizar os conhecimentos adquiridos na instituição para identificar e propor soluções aos problemas concretos.
  3. Integração fraternal: uma nova ágora para surtir efeitos práticos será a abordagem de integração entre a IES e a comunidade, por meio do diálogo, no perpetrar profissional ou vivência comunitária.

É com base nessas diretrizes que os cursos comporão ações pedagógicas, de caráter teórico ou prático, presencial ou a distância, organizado de maneira sistemática, com carga horária definida e processo de avaliação formal, se for o caso. Poderão ser classificados em: capacitação, atualização, aperfeiçoamento profissional, extensão e cursos livres. Deverão enfatizar o desenvolvimento de competências e habilidades e observar a duração prevista, para efeito de certificação.

Nesse sentido, como parte de uma realidade maior, que é a meta de reconhecimento público das IES plurais, democráticas e de qualidade, a extensão é o canal institucional de diálogo com a sociedade, de retroalimentação dos programas de pesquisa e que melhor se estabelece a oportunidade para colocar a academia frente às realidades sociais. Por isso, necessita ter muito claro esse papel, devendo sua política de ação atender objetivamente os reais interesses da sociedade.

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